Android reina no mundo dos smartphones


O uso do sistema operacional Android, do Google, reinou no terceiro trimestre. Dos embarques globais de smartphones no período, ele respondeu por 75% do market share, o que corresponde a 136 milhões de aparelhos vendidos com o sistema operacional, do total de 181,1 milhões de smartphones embarcados, segundo dados da IDC. Em um ano, sua participação de mercado expandiu 91,5%, quase o dobro da taxa de crescimento global do mercado, de 46,4%.


No ranking da IDC, que traz os seis sistemas operacionais que obtiveram melhor desempenho nas vendas no terceiro trimestre, logo atrás do líder Android está o iOS, da Apple, com 14,9% de market share e 26,9 milhões de equipamentos vendidos, o que representa alta de 57,3% em relação a igual período do ano passado. 

Já o BlackBerry, da RIM, na terceira colocação, obteve 4,3% de participação e 7,7 milhões de unidades vendidas, queda de 34,7% na mesma base de comparação. Em seguida vem o Symbian, da Nokia, com 2,3% de representatividade, Windows Phone 7 e Mobile, da Microsoft, com 2% e o Linux (1,5%).

Fonte: UOL

Samsung Galaxy S3 assume liderança no mercado de smartphones




Segundo Strategy Analytics, Galaxy S III  vendeu mais que o iPhone no 3º trimestre.

Segundo Strategy Analytics, Galaxy S III (foto) vendeu mais que o iPhone no 3º trimestre <

O Galaxy S3, da sul-coreana Samsung Electronics, tornou-se o modelo de smartphone mais vendido no mundo no terceiro trimestre, deixando para trás o iPhone, da Apple, que dominava o ranking nos últimos dois anos, afirmou a empresa de pesquisa Strategy Analytics nesta quinta-feira. 

A Strategy Analytics estimou que a Samsung vendeu 18 milhões de modelos S3 no trimestre passado, comparado a vendas do iPhone 4S de 16,2 milhões de unidades.

As fortes vendas do S3 --que possui tela sensível ao toque de 4,8 polegadas-- ajudaram a Samsung a registrar lucro operacional recorde de 7,3 bilhões de dólares de julho a setembro.
"O Galaxy S3 provou-se amplamente popular junto a consumidores e operadoras na América do Norte, Europa e Ásia", disse o analista Neil Mawston, acrescentando que o novo iPhone 5 deve levar a Apple ao topo no trimestre atual.

FONTE : UOL

Por que o Superman usa cueca por cima da calça?


Dúvidas aparentemente banais costumam assolar a mente de pessoas curiosas e, muitas vezes, essas questões simples acabam gerando respostas extensas e bastante instigantes. Um bom exemplo que não sai da cabeça de muita gente diz respeito a um dos heróis mais famosos do mundo: por que diabos o Superman usa uma cueca vermelha por cima da calça?
Publicada no Quora, site de uma das 7 empresas pequenas que podem virar gigantes no futuro, a pergunta gerou diversas respostas. A mais votada pelos visitantes do site, no entanto, é a de Ariel Williams, que explicou com detalhes as razões técnicas que levaram essa combinação pouco convencional para nós, mas que se tornou uma espécie de padrão nos uniformes de muitos super-heróis. Preparado para a aula?

Custo e impressão: fatores limitadores


No começo das décadas de 30 e 40, a impressão de gibis se dava de duas formas: preto e branco ou em quatro cores. Em geral, esse tipo de revista era feito para ter o menor custo possível e, portanto, eram usadas as piores gramaturas de papel possíveis e os métodos de impressão mais rápidos e baratos.
A impressão colorida ficava reservada apenas à capa, já que essa era mais cara e exigia que as tintas fossem aplicadas em quatro estágios diferentes, um para cada cor. Porém, havia um problema nesse método: quando uma produção muito grande de revistas devia ser impressa, as máquinas precisavam trabalhar na velocidade mais rápida possível. Com isso, elas acabavam se desalinhando e precisavam de ajustes frequentes, o que explica, por exemplo, o fato de que muitos gibis trazem o colorido da imagem para fora do contorno.

Por que o Superman usa cueca por cima da calça?

Para evitar esse tipo de imperfeição, as revistas começaram a ser feitas com contornos muito precisos e impressos em um preto muito escuro, além de, normalmente, contar com objetos que podiam ser pintados com uma única cor.
Essas restrições levaram os artistas a adaptar os seus trabalhos para funcionar melhor nesses moldes. Para isso, o uso de dois métodos principais ajudavam a contornar o problema: uma técnica de pontilhismo, conhecida como halftone, e a utilização de cores sólidas muito escuras, que chapassem uma área. Em outras palavras, era necessário manter simples a colorização da arte, sem abusar das cores.

A estética da cueca por cima da calça


O problema é que, com as limitações descritas acima, os artistas sentiram certa dificuldade ao tentar demonstrar características de força e poder. Assim, a indústria passou a enfatizar os detalhes masculinos ou femininos de cada personagem, com variações de cores ou linhas que ajudam a dividir regiões da cintura, pélvis, pés, mãos e peito.

Por que o Superman usa cueca por cima da calça?       Sem a cueca, a pélvis se "une" às pernas do herói


O problema é que essas divisões podem ser pequenas demais e insuficientes dependendo da cena em que o personagem aparece. Na imagem acima, por exemplo, podemos ver que a figura do centro possui uma pélvis que se confunde com as pernas do Homem de Aço, tornando-a achatada e esquisita. Já a figura da direita realça a pélvis com linhas que dão a sensação de volume em uma região que poderia ser problemática para a moral da década de 40. Entretanto, colocar uma cueca por cima da calça resolveria todos os problemas, como pode ser visto no quadro da esquerda.

Por que o Superman usa cueca por cima da calça?                                  Nem mesmo o Tocha Humana escapou da moda das cuecas

Na verdade, até mesmo heróis com uniformes de uma única cor às vezes precisam de uma cueca para que o desenho possa compensar essas limitações. No quadro replicado acima, por exemplo, é possível perceber que até mesmo o Tocha Humana, do Quarteto Fantástico, está usando uma, além de Reed Richards.

Por que o Superman usa cueca por cima da calça?                                       Recentemente, Superman perdeu sua emblemática cueca vermelha
Hoje, o visual dos heróis está mudando. Com melhores técnicas de impressão, já podemos perceber uma grande mudança no uniforme atual do Superman. Ainda é possível notar algumas linhas que separam a pélvis das pernas do herói, mas pelo menos ele se livrou da cueca vermelha por cima da calça, algo que os especialistas da moda certamente aprovariam.
Quem também concorda com a alteração é a indústria de Hollywood, já que esse será o visual adotado pelo herói no filme "Homem de Aço", que tem estreia mundial programada para julho de 2013.


Fonte: tecmundo

iPhone 5: tudo o que você precisa saber



A espera finalmente acabou. A Apple revelou na tarde desta quarta-feira (12), em evento para a imprensa na cidade de San Francisco, nos Estados Unidos, a sexta versão do seu smartphone, o iPhone 5. O modelo praticamente confirmou boa parte dos rumores sobre o aparelho que havíamos divulgado aqui no Tecmundo nas últimas semanas.
Com tela maior – agora são 4 polegadas contra as 3,5 polegadas dos iPhones 4 e 4S –, o aparelho ficou também 20% mais leve, pesando apenas 112 gramas, e 18% mais fino, com 7,6 milímetros de espessura. Isso foi possível, segundo Phil Schiller, vice-presidente sênior de Marketing da Apple, graças à constituição do produto, que é inteiramente de alumínio e vidro.

Bem-vindo ao iPhone 5


O recurso Retina Display, lançado no iPhone 4, foi mantido para essa versão. A tela, que agora é de 4 polegadas, apenas cresceu em sua altura. Em vez das cinco fileiras de aplicativos com as quais você estava acostumado, a partir de agora serão seis, totalizando 24 ícones por tela.
 

O novo formato se ajusta ainda ao aspecto de tela de 16:9 (widescreen), tornando mais fiel a reprodução de conteúdos como filmes. A resolução de tela, com isso, também cresceu e passa  a ser de 1136x640 pixels. “Esse é o tamanho ideal de tela para que não haja prejuízo para os usuários na hora de segurar o aparelho”, destacou Schiller.

Adaptação


Todos os aps já existentes na App Store serão atualizados para que possam se adaptar ao novo formato de tela. Entretanto, enquanto isso não acontece, uma pequena correção será feita, fazendo com que eles fiquem centralizados na nova interface do iPhone 5, evitando que haja distorções para o consumidor.

 

A câmera traseira continua sendo de 8 megapixels, mas ganhou algumas melhorias graças à tecnologia iSight. O iPhone 5 contará com um filtro híbrido de infravermelho, lente de cinco elementos e iluminação backside. Ela será também 25% menor do que a versão do iPhone 4S.

Lightning: novo conector


Outro rumor que acabou se confirmando foi o da mudança no conector do aparelho. A partir de agora, o conector de 30 pinos, presente no aparelho desde a sua primeira versão, dá lugar ao novíssimo Lightning, de oito pinos. Um adaptador será vendido à parte para que você possa ter compatibilidade total mesmo com os seus aparelhos mais antigos.
 


Processador e bateria


A Apple não revelou muitos detalhes técnicos do iPhone 5 durante o evento, contudo já é possível conhecer algumas características do novo produto. O processador ganhou uma nova versão e agora é um A6, duas vezes mais rápido para processamento e gráficos. Entretanto, ainda não se sabe de quantos núcleos ele é (esta informação não consta na página oficial do produto).


Com relação à bateria, a empresa apresentou também algumas melhorias, mas nada muito significativo. A amperagem da bateria, por exemplo, não foi divulgada, mas, de acordo com o site oficial da Apple, o iPhone 5 suporta 8 horas em 3G, 10 horas em Wi-Fi e 40 horas de áudio.

Preço e disponibilidade


Seguindo a tradição do que costuma fazer com os seus aparelhos, o preço do iPhone 5 permanece o mesmo que o do iPhone 4S no mercado norte-americano. A versão de 16 GB custará US$ 199 (o equivalente a R$ 400, sem impostos); a versão de 32 GB custará US$ 299 (o equivalente a R$ 600, sem impostos); e a versão de 64 GB custará US$ 399 (o equivalente a R$ 800, sem impostos). Os valores são vinculados a um contrato de dois anos com a operadora.

A pré-venda começa a partir desta sexta-feira (14), e o produto tem previsão de chegar às lojas a partir do dia 21 de setembro. Os países que poderão conferir primeiro o lançamento do iPhone 5 são os seguintes: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Austrália, Japão, Hong Kong e Cingapura. O Brasil não foi mencionado.
O iPhone 4S continuará no mercado, mas apenas em sua versão de 16 GB. O modelo será comercializado por US$ 99 (o equivalente a R$ 200, sem impostos) para quem adquirir o produto juntamente com um contrato de dois anos com a operadora. Já o iPhone 4, em sua versão de 8 GB, será cedido gratuitamente àqueles que assinarem um plano de dois anos com uma empresa de telefonia.

Confira as especificações do iPhone 5


  • Tela: 4 polegadas Retina;
  • Resolução: 1136x640 pixels;
  • Processador: Apple A6;
  • Memória de armazenamento: 16 GB, 32 GB ou 64 GB;
  • Câmera digital integrada: 8 megapixels;
  • Gravação de vídeo: 1080p;
  • Câmera frontal: FaceTime HD Camera, gravação de vídeos em 720p;
  • Dimensões: 12,38 cm (altura) x 5,86 cm (largura) x 0,76 cm (espessura); 
  • Peso: 112 gramas;
  • Autonomia de bateria: 8 horas com 3G, 10 horas com Wi-Fi, 40 horas para música;
  • Conectividade: Wi-Fi, 3G, 4G e Bluetooth.


Fonte:  tecmundo

Facebook e Instagram devem unificar perfis dos usuários

Desde que o Facebook adquiriu o Instagram, muitos usuários perguntam se as duas redes sociais vão realmente se fundir. Segundo a Reuters, de acordo com um comunicado emitido nesta quarta-feira (21/11) pelo site de Mark Zuckerberg, pode sim haver a combinação entre os dados dos internautas de ambos os serviços.

Facebook pensa em unificar dados dos seus usuários com os do Instagram (Foto: Reprodução)
(fonte: Reprodução)

Além disso, a companhia tem a ideia de afrouxar as restrições no sistema de envio de e-mails, o “Messages”. Com isso, eles planejam trocar a opção de configuração, em que um usuário escolhe quem pode enviar mensagens, para uma nova interface que possibilitará gerenciar os recados recebidos.  
Para o Facebook, as mudanças propostas podem abrir portas para que as pessoas façam perfis unificados incluindo as informações da rede social e do Instagram. Ao que tudo indica, Zuckerberg está seguindo a linha do Google que anunciou em janeiro a pretensão de unificar as informações pessoais de seus usuários como busca, e-mail e a rede social.
Até o dia 28 de novembro, os usuários podem enviar comentários opinando sobre o que acham a respeito das sugestões das alterações que o Facebook pretende implantar. Para isso, basta curtir a página do "Facebook Site Governance" e deixar uma mensagem. No comunicado, ainda foi informado que o sistema de votação para as mudanças na rede social vai sofrer modificações. Para saber mais, confira as atualizações propostas para os documentos de governança.
Fonte : Techtudo

Galaxy S4 pode atrasar devido a problemas com a produção do display


Galaxy S4 pode atrasar devido a problemas com a produção do display 
(Fonte da imagem: Reprodução/Phandroid)

A quantidade de rumores sobre o lançamento do Galaxy S4, da Samsung, não para de aumentar — e não é à toa. A linha de smartphones surpreendeu o mundo com um hardware de excelente qualidade e desempenho incrível, levando a marca ao topo dos aparelhos Android e batendo de frente com o iPhone, da Apple.
Ontem (20), noticiamos que o aparelho poderia chegar ao mercado em fevereiro de 2013 trazendo um processador ARM Cortex-A15 quad-core, uma câmera de 13 megapixels e uma tela AMOLED com 5 polegadas e resolução Full HD 441 ppi.

Falta tecnologia para fabricar as telas


Porém, segundo informações do DigiTimes, talvez a sul-coreana não consiga entregar os aparelhos na data, devido a problemas com a fabricação das novas telas AMOLED. De acordo com as informações, a Samsung Display (empresa fabricante dos painéis) não possui a tecnologia necessária para a produção em massa dos equipamentos.
Por enquanto, a fabricante está correndo atrás de outros fornecedores para conseguir desenvolver os produtos e esse atraso pode significar o adiamento do lançamento do smartphone, possivelmente para maio de 2013.
O problema poderia ser resolvido facilmente se a Samsung decidisse utilizar telas de menor resolução nos aparelhos, mas é pouco provável que isso aconteça, principalmente por se tratar do principal smartphone da companhia.


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Samsung quer adicionar iPad mini em nova briga judicial.


Samsung quer adicionar iPad mini em nova briga judicial 
(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

Depois de declarar que não vai desistir dos processos contra a Apple, a Samsung decidiu esquentar ainda mais a briga. Segundo a notícia do site Apple Insider, a empresa coreana adicionou material a um novo processo alegando que os novos iPad mini e iPad de quarta geração infringem patentes de tecnologia wireless e uma série de recursos.
Por ora, o iPod Touch fica de fora do processo, mas a Samsung declarou que vai investigar o aparelho (verificando se ele usa devidamente a patente de número 7.672.70) e, se necessário, vai colocá-lo na briga judicial. Essa patente, em específico, diz respeito ao controle de volume do dispositivo.

A Apple também dá seus golpes


É claro que a Apple não está parada diante dos ataques. Para esquentar ainda mais a briga, a companhia adicionou o Galaxy Note e a versão americana do Galaxy S III ao processo. Além desses aparelhos, a nova batalha vai incluir a verificação de patentes de quase 20 aparelhos da Samsung, os quais supostamente utilizam tecnologias do iPad, do iPod Touch e do iPhone.
Samsung quer adicionar iPad mini em nova briga judicial 
(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

O novo episódio desta briga judicial deve acontecer apenas em 2014, mas podemos aguardar por muitas novidades, visto que as duas companhias vão adicionar uma enxurrada de material ao processo.


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Como está o Windows 8 para jogos?


Ainda antes do lançamento, muitos sites divulgaram notícias relatando a decepção de algumas desenvolvedoras com o desempenho do Windows 8 para jogos. De lá pra cá, o número de reclamações aumentou consideravelmente, principalmente por conta de problemas com a plataforma Games for Windows Live.
Como está o Windows 8 para jogos? 

Apesar de muitas pessoas reclamarem, outras tantas dizem não ter problemas com o sistema e relatam que a performance está superior em algumas situações. Aproveitamos todo esse burburinho para estudar o caso a fundo. Hoje, vamos mostrar que existem os dois lados da moeda, mas que talvez nem tudo seja tão ruim quanto alguns dizem.

A evolução pode ser problemática


O Windows 8 aproveitou grande bagagem das antigas versões, mas isso não quer dizer que, em termos de código, ele tenha muitas semelhanças. Para dar uma repaginada na história do sistema, a Microsoft optou por mexer severamente no núcleo do sistema.
Isso quer dizer que muitos recursos básicos receberam diversas alterações. Não estamos falando aqui da funcionalidade em si, mas do modo como o sistema executa cada ferramenta. A Microsoft modificou a base gráfica do Windows 8, inserindo efeitos e animações que usam o DirectX como plataforma de suporte.
Como está o Windows 8 para jogos? 
Essa é a primeira característica do sistema que muitos apontam como um problema. Ainda que deixe o sistema mais elegante, tal recurso pode interferir no desempenho em jogos, pois o Windows precisa manter o foco em dois ambientes que usam a mesma tecnologia. O uso do DirectX na interface do sistema pode causar impacto negativos, mas ninguém consegue provar o quanto isso afeta o desempenho da máquina.

Falta de suporte apropriado


Apesar de existir uma grande quantidade de reclamações quanto ao sistema, muitos colocam a culpa do “baixo desempenho” (que ainda não foi comprovado por ninguém) nas costas da NVIDIA e da AMD. A alegação mais comum é de que os drivers não são aperfeiçoados para o novo sistema e por isso os jogos ainda estão melhores no Windows 7.
Como está o Windows 8 para jogos? 

De fato, nas versões de prévia do Windows 8, os drivers geravam diversos problemas e causavam grande impacto na performance durante a execução de games. Entretanto, de lá para cá, as duas fabricantes de GPU investiram pesado para polir seus softwares.
No site da AMD e da NVIDIA, há versões apropriadas dos drivers para o sistema. Alguns chips (como alguns para notebooks) ainda não são suportados, o que força o jogador a usar uma versão de software para Windows 7 para conseguir reproduzir os games. Nesse tipo de situação, a culpa é dos drivers, mas, no geral, essa é uma exceção que foge à regra.

Como está o Windows 8 para jogos?

Na verdade, considerando que o Windows 8 acabou de sair do forno, é compreensível que exista uma série de problemas com drivers; entretanto, não encontramos testes que provem que o hardware não está se comunicando adequadamente com o software da Microsoft.

Forçando a barra


Se por um lado há poucos artigos comprovando problemas de performance do Windows 8, por outro existe uma legião de pessoas que diz estar sofrendo com a plataforma Games for Windows – LIVE. Com a história de lançar sua própria loja, a Microsoft acabou criando uma briga direta com os jogadores que amam o Steam.
O problema, na verdade, não é a loja existir, mas são os bugs que interferem na jogatina de quem usa o serviço da Valve. Muitas vezes, os jogos precisam usar a interface da Games for Windows – LIVE para realizar login e conseguir se conectar em partidas online. Isso já acontece no Windows 7, mas não há muitos erros. Já no Windows 8...

Como está o Windows 8 para jogos?

É até engraçado falar sobre o Games for Windows – LIVE, pois, apesar de ser um produto da Microsoft, ele não vem devidamente atualizado na sistema operacional. Em geral, muitas pessoas se deparam com uma mensagem de erro quando tentam usar os recursos dessa plataforma. Para poder continuar a situação, é preciso baixar a última versão do produto — que, por sinal, nem sempre funciona.

Diferenças mínimas


Para colocar tudo em pratos limpos, vamos ao que realmente importa. Vejamos como cada um se sai na hora de encarar os jogos e benchmarks. O site PC World realizou, no começo de outubro, uma análise profunda dos dois sistemas em diversas situações.
Moral da história? Na maioria dos quadros, o Windows 8 consegue ser melhor do que o Windows 7 em jogos. As diferenças, no entanto, são mínimas, e em alguns poucos jogos há um salto de frames. É importante frisar que em determinadas situações o Windows 7 demonstra ser mais rápido, portanto temos quase um empate técnico.

Como está o Windows 8 para jogos? 

Agora, considerando a “superioridade” do Windows 8 em alguns casos, não há como dizer que você vai notar diferença de qualidade ou de velocidade. Mesmo em jogos como Total War: Shogun 2, em que o novo sistema é até 62% melhor, não há uma grande discrepância na hora da jogatina.

Exclusividade no DirectX


Respondendo a nossa principal pergunta, podemos dizer que o Windows 8 não está mal  planejado para jogos, mas isso não quer dizer que ele seja o sistema mais recomendado para games. Apesar de oferecer desempenho superior em muitos títulos, os problemas de compatibilidade, bugs e outros poréns podem atrapalhar jogadores que querem jogar e evitar as dores de cabeça.
Para a Microsoft, todavia, o Windows 8 é imbatível e todas as propagandas vão falar que ele é o melhor em tudo, afinal mais vendas geram mais lucro. Inclusive, para provar essa superioridade, a desenvolvedora já deixou claro que o DirectX 11.1 será disponibilizado apenas para o sistema mais recente, ou seja, quem quiser aproveitar as novidades terá de migrar.

Como está o Windows 8 para jogos? 

De certa forma, não é uma má ideia mudar de sistema, mas talvez este não seja o momento apropriado. Pode ser interessante esperar os novos jogos e drivers para visualizarmos mais testes e ver se ele demonstrará poderio em games. Por ora, recomendamos o Windows 7 para games, e o Windows 8 para os curiosos.


Fonte: tecmundo

Com Droid DNA, HTC aposta na melhor tela do mercado e funcionalidades de câmera


Com Droid DNA, HTC aposta na melhor tela do mercado e funcionalidades de câmera
Enquanto Apple e Samsung continuam se digladiando em número de vendas e na eterna batalha sobre quem tem o melhor smartphone do mercado, outras empresas correm por fora com aparelhos igualmente bons — ou ainda melhores, em alguns casos. A HTC é uma delas, e a empresa acaba de anunciar um dispositivo que vai deixar muita gente com vontade de correr até a loja mais próxima para adquiri-lo.
O HTC Droid DNA é tudo aquilo que você pediu em um celular em termos de tela. Com um display de 5 polegadas em Full HD — ou seja, 1080p —, ele não é apenas o aparelho móvel com a maior resolução, mas também com a maior densidade de pixels do mundo. Para quem preza por qualidade de imagem em seus aplicativos, fotos e demais operações, ele é o smartphone ideal.

Especificações


Apesar de a tela ser seu grande diferencial, ele ainda conta com mais alguns trunfos em suas configurações. Confira o que se esconde por dentro do Droid DNA:
  • Tela de 5 polegadas com resolução em Full HD;
  • Processador Qualcomm Snapdragon S4 Pro de 1,5 GHz;
  • 2 GB de RAM;
  • 16 GB de armazenamento;
  • Slot para microSD;
  • Android 4.1.1 Jelly Bean;
  • Bateria de 2.020 mAh
  • Suporte à tecnologia 4G LTE

Foco nas fotografias


A HTC não quis desperdiçar todo esse potencial e tratou de explorar essa configuração em diversos aspectos, principalmente em termos de imagem; tanto que a empresa trouxe várias novidades para os fotógrafos de plantão.
A primeira grande adição é a ação em conjunto do chip HTC ImageSense com a nova interface de câmera, que deve criar uma experiência diferenciada e prática na hora de registrar seus momentos favoritos.
Com Droid DNA, HTC aposta na melhor tela do mercado e funcionalidades de câmera
Além disso, ao contrário do que outros smartphones fazem, o Droid DNA traz também uma excelente câmera frontal de 2,1 megapixels. Com uma lente de f/2.0, ela permite que você tire fotos próprias em alta qualidade — tanto que a adição do modo Auto Portrait permite que se coloque uma contagem regressiva para que você tenha tempo de se arrumar e fazer a pose ideal. Em outras palavras, as fotos de suas baladas nunca mais serão as mesmas.
É claro que a HTC não quer se focar apenas em festas, mas também em videoconferências. Tanto que essa lente é capaz de registrar imagens em um ângulo de 88º, criando um efeito “wide” bem interessante na imagem sem deixar ninguém de fora.
Já na parte dos vídeos, o smartphone ainda traz o chamado VideoPic, que permite que você capture imagens de alta qualidade mesmo durante gravações de filmes em 1080p.
Para fechar o pacote, o Droid DNA ainda traz um par de recursos bem interessantes. O Map e Event são funcionalidades que permitem que você fique sempre por dentro de onde e quando as fotos e gravações foram feitas.
A HTC não revelou o preço dessa belezinha, mas garantiu que ela chegará antes do final do ano ao mercado.


Fonte: tecmundo

7 filmes ridículos sobre computadores


Cinema e tecnologia sempre andaram lado a lado. As infinitas possibilidades da ficção ampliaram as possibilidades imaginadas por escritores e roteiristas e, por conta disso, ideias futuristas que parecem impossíveis nos dias de hoje funcionam muito bem quando contextualizadas de maneira correta e adaptadas para as telas do cinema.
Separamos uma lista com algumas das produções das últimas décadas em que a tecnologia não é tratada da melhor maneira possível. Não estamos falando da qualidade dos filmes (mentira, também levamos isso em consideração), mas sim das situações em que os computadores são parte fundamental da trama e acabam desempenhando um papel pouco condizente com o que apresentariam na vida real.

“A Rede”


A ideia de ter a sua vida mudada para sempre depois de receber um vírus no computador não é nova, e já em 1995 muita gente estava preocupada com isso. Entretanto, vamos ser sinceros: quais as chances de você se envolver em uma conspiração internacional ao abrir por acaso um simples disquete em seu PC?
Essa é a trama de “A Rede”, produção estrelada por Sandra Bullock em 1995. Acostumada a usar a internet para pedir pizza ou marcar as suas viagens de férias, a especialista em sistemas de informação, de repente, tem a sua identidade apagada apenas por ter aberto um disquete infectado por um vírus.
Logicamente, num piscar de olhos, ele se vê envolvida em uma conspiração internacional e precisa fazer de tudo para recuperar a sua inocência. Se nem na época essa história intimidou alguém, imagine então nos dias de hoje.

“A Senha: Swordfish”


Imagine um filme de ficção científica de grande orçamento, daqueles que quando estreia dá vontade de ir ao cinema só por causa do trailer. Adicione ao elenco nomes de peso, como John Travolta e Halle Berry. Tinha tudo para ser um sucesso ou no mínimo um filme bem-sucedido, não é mesmo?
Mas não é bem isso que acontece no filme “A Senha: Swordfish”, um dos maiores fracassos de 2001. O momento mais empolgante do filme é quando um hacker ex-presidiário precisa entrar nos computadores do governo. Nem mesmo os efeitos especiais conseguem tornar menos entediante o ato de assistir a alguém tentando descobrir uma senha no computador.

“Hackers: Piratas de Computador”


Quando foi lançado, em 1995, “Hackers: Piratas de Computador” acabou se tornando uma espécie de “filme obrigatório” entre aqueles que já trabalhavam no mundo da informática. O espírito futurista aliado a alguns conceitos distorcidos e, é claro, Angelina Jolie interpretando a hacker Acid Burn fizeram com que o filme hoje ganhasse um status um tanto quanto ridículo.
Em vez das interfaces recheadas de códigos e telas pretas, o que vemos são telas multicoloridas, com teclas que fazem efeitos sonoros a cada clique. Já na década de 90, a genial hacker Acid Burn e seus amigos conseguiam conectar um notebook a um orelhão e, nesse processo, ela era capaz de modificar até mesmo o sistema de iluminação de toda a cidade.

“Independence Day”


Lançado em 1996, o filme “Independence Day” se tornou um dos maiores sucessos da década de 90, chegando até mesmo a ganhar um Oscar na categoria de Melhores Efeitos Especiais. A produção, estrelada por Will Smith, frequentemente é alvo de rumores apontando para uma possível sequência nos próximos anos, mas até agora nada foi confirmado.
Porém, uma das cenas que mais chamam a atenção acontece no clímax do filme. Para destruir a nave alienígena, um piloto de avião decide chocar a sua aeronave contra a nave espacial vinda de outro planeta. Além disso, outro piloto à bordo de uma nave alienígena carrega um PowerBook, da Apple, com um vírus mortal que infecta a nave-mãe e salva a Terra. Ok, Hollywood, acreditamos.

“Johnny Mnemonic: O Cyborg do Futuro”


Estrelado por Keanu Reeves, “Johnny Mnemonic: O Cyborg do Futuro” se passa no ano de 2021 e mostra um mensageiro-robô capaz de carregar em seu cérebro “impressionantes” 80 GB de conteúdo. Porém, antes de se aposentar, uma missão importante é confiada a ele: levar 320 GB de informação da China para Nova York.
A sobrecarga de conteúdo faz com que ele precise descarregar isso tudo antes de morrer. Além de ser considerado pela crítica especializada como um desastre, em termos técnicos já era possível imaginar em 1995 que 320 GB poderiam ser muito pouco 25 anos depois. E, convenhamos, já deveria haver outros dispositivos com capacidade próxima a isso.
Outra piada que se tornou recorrente foi o fato de que é impossível que Keanu Reeves carregue tanta informação assim em seu cérebro, numa alusão ao fato de que o ator não é lá muito inteligente.

“Medo.Com”


Quatro corpos são encontrados em Nova York. A coincidência? Todos eles acessaram nas últimas 48 horas um site chamado feardotcom.com. Sem saber como localizar a origem do site ou mesmo tirá-lo do ar, dois policiais decidem pelo caminho mais arriscado: acessar a página e se transformar em potenciais vítimas de um serial killer.
O filme “Medo.com” foi lançado em 2002, um período em que as pessoas já sabiam como rastrear um IP ou ainda encontrar maneiras mais fáceis de tirar um site do ar em poucas horas. E outra: será que tão pouca gente acessava esse site? Na dúvida, a produção do filme preferiu não explicar.

“O Passageiro do Futuro”


Lançado em 1992, o filme “O Passageiro do Futuro” surgiu na época como uma espécie de prenúncio do que o mundo dos games se tornaria. Enquanto Mega Drive e Super Nintendo disputavam a audiência dos gamers, muitas teorias serviam para colocar na cabeça dos pais desavisados que os video games eram uma coisa nociva e podiam deixar as crianças mais violentas.
Com efeitos especiais interessantes para a época, “O Passageiro do Futuro” aumentou esses receios mostrando a história de um cientista que desenvolvia experiências misturando drogas com realidade virtual, sendo capaz de transformar um humilde jardineiro em um gênio capaz até mesmo de matar para proteger as suas novas ideias.


Fonte: tecmundo

 
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