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Memória RAM: O que é? Quais suas Funções? Quanto maior a memória RAM, maior a velocidade do computador?


FONTE IMG: FUSION-OC


O problema da lentidão nos computadores, é um dos principais motivos que fazem com que as pessoas vão as lojas ou em sites de venda online, procurar por uma memória RAM com uma capacidade maior que a atual, para adicionar ou trocar a memória em uso. Esse tipo de procedimento em alguns casos é  suficiente para que seu computador possa executar as tarefas com mais rapidez, mas será que ele é eficiente em todos os casos?
Para acabar com este e qualquer outro tipo de dúvida o Portal Tec Jovem, decidiu voltar a atividade com uma explicação sobre memória RAM.

FONTE IMG: PRECIOLANDIA



O que é memória RAM?

A memória RAM é um dos componentes mais importantes de um computador. Ela armazena os dados de forma temporária, afim de ajudar o processador a executar as tarefas com mais rapidez. Um bom exemplo é quando você executa um game; Nesse caso, a CPU e a Placa de Vídeo trabalham continuamente para garantir a continuidade das fases enquanto a memória armazena os dados constantes acessando com uma grande velocidade, executando assim o papel mais importante.

FONTE IMG: HENON

Qual sua função?

A memória atua em completa sincronia e cooperação com outros componentes como o processador, servindo como uma espécie de mecanismo de apoio, armazenando os dados mais utilizados pelos programas em uso e colaborando para a transferência deles pelo disco de armazenamento permanente (ROM).

FONTE IMG: GTA V

Quanto maior a memória RAM, maior a velocidade do computador?

A resposta para esta pergunta é curta e simples: Não.  Em alguns casos, uma boa quantidade de memória RAM ajuda ao processador a acessar e armazenar com rapidez  os dados mais utilizados pelos aplicativos em uso, mas não adianta você ter um computador com 12 GB de memória RAM se os outros componentes como o Hard Disk (HD), CPU e Processador  forem ultrapassados.

Portanto, fique atento ao que o mercado de computadores tem a lhe oferecer. Pois, lembre-se, grande quantidade de memória não é sinônimo de grande velocidade. Compre uma memória que atenda as suas necessidades no momento de uso do computador. Não adianta você ter a memória RAM de 12 GB, se você utiliza apenas 4GB. Fica a dica! 



Por que o Superman usa cueca por cima da calça?


Dúvidas aparentemente banais costumam assolar a mente de pessoas curiosas e, muitas vezes, essas questões simples acabam gerando respostas extensas e bastante instigantes. Um bom exemplo que não sai da cabeça de muita gente diz respeito a um dos heróis mais famosos do mundo: por que diabos o Superman usa uma cueca vermelha por cima da calça?
Publicada no Quora, site de uma das 7 empresas pequenas que podem virar gigantes no futuro, a pergunta gerou diversas respostas. A mais votada pelos visitantes do site, no entanto, é a de Ariel Williams, que explicou com detalhes as razões técnicas que levaram essa combinação pouco convencional para nós, mas que se tornou uma espécie de padrão nos uniformes de muitos super-heróis. Preparado para a aula?

Custo e impressão: fatores limitadores


No começo das décadas de 30 e 40, a impressão de gibis se dava de duas formas: preto e branco ou em quatro cores. Em geral, esse tipo de revista era feito para ter o menor custo possível e, portanto, eram usadas as piores gramaturas de papel possíveis e os métodos de impressão mais rápidos e baratos.
A impressão colorida ficava reservada apenas à capa, já que essa era mais cara e exigia que as tintas fossem aplicadas em quatro estágios diferentes, um para cada cor. Porém, havia um problema nesse método: quando uma produção muito grande de revistas devia ser impressa, as máquinas precisavam trabalhar na velocidade mais rápida possível. Com isso, elas acabavam se desalinhando e precisavam de ajustes frequentes, o que explica, por exemplo, o fato de que muitos gibis trazem o colorido da imagem para fora do contorno.

Por que o Superman usa cueca por cima da calça?

Para evitar esse tipo de imperfeição, as revistas começaram a ser feitas com contornos muito precisos e impressos em um preto muito escuro, além de, normalmente, contar com objetos que podiam ser pintados com uma única cor.
Essas restrições levaram os artistas a adaptar os seus trabalhos para funcionar melhor nesses moldes. Para isso, o uso de dois métodos principais ajudavam a contornar o problema: uma técnica de pontilhismo, conhecida como halftone, e a utilização de cores sólidas muito escuras, que chapassem uma área. Em outras palavras, era necessário manter simples a colorização da arte, sem abusar das cores.

A estética da cueca por cima da calça


O problema é que, com as limitações descritas acima, os artistas sentiram certa dificuldade ao tentar demonstrar características de força e poder. Assim, a indústria passou a enfatizar os detalhes masculinos ou femininos de cada personagem, com variações de cores ou linhas que ajudam a dividir regiões da cintura, pélvis, pés, mãos e peito.

Por que o Superman usa cueca por cima da calça?       Sem a cueca, a pélvis se "une" às pernas do herói


O problema é que essas divisões podem ser pequenas demais e insuficientes dependendo da cena em que o personagem aparece. Na imagem acima, por exemplo, podemos ver que a figura do centro possui uma pélvis que se confunde com as pernas do Homem de Aço, tornando-a achatada e esquisita. Já a figura da direita realça a pélvis com linhas que dão a sensação de volume em uma região que poderia ser problemática para a moral da década de 40. Entretanto, colocar uma cueca por cima da calça resolveria todos os problemas, como pode ser visto no quadro da esquerda.

Por que o Superman usa cueca por cima da calça?                                  Nem mesmo o Tocha Humana escapou da moda das cuecas

Na verdade, até mesmo heróis com uniformes de uma única cor às vezes precisam de uma cueca para que o desenho possa compensar essas limitações. No quadro replicado acima, por exemplo, é possível perceber que até mesmo o Tocha Humana, do Quarteto Fantástico, está usando uma, além de Reed Richards.

Por que o Superman usa cueca por cima da calça?                                       Recentemente, Superman perdeu sua emblemática cueca vermelha
Hoje, o visual dos heróis está mudando. Com melhores técnicas de impressão, já podemos perceber uma grande mudança no uniforme atual do Superman. Ainda é possível notar algumas linhas que separam a pélvis das pernas do herói, mas pelo menos ele se livrou da cueca vermelha por cima da calça, algo que os especialistas da moda certamente aprovariam.
Quem também concorda com a alteração é a indústria de Hollywood, já que esse será o visual adotado pelo herói no filme "Homem de Aço", que tem estreia mundial programada para julho de 2013.


Fonte: tecmundo

Facebook e Instagram devem unificar perfis dos usuários

Desde que o Facebook adquiriu o Instagram, muitos usuários perguntam se as duas redes sociais vão realmente se fundir. Segundo a Reuters, de acordo com um comunicado emitido nesta quarta-feira (21/11) pelo site de Mark Zuckerberg, pode sim haver a combinação entre os dados dos internautas de ambos os serviços.

Facebook pensa em unificar dados dos seus usuários com os do Instagram (Foto: Reprodução)
(fonte: Reprodução)

Além disso, a companhia tem a ideia de afrouxar as restrições no sistema de envio de e-mails, o “Messages”. Com isso, eles planejam trocar a opção de configuração, em que um usuário escolhe quem pode enviar mensagens, para uma nova interface que possibilitará gerenciar os recados recebidos.  
Para o Facebook, as mudanças propostas podem abrir portas para que as pessoas façam perfis unificados incluindo as informações da rede social e do Instagram. Ao que tudo indica, Zuckerberg está seguindo a linha do Google que anunciou em janeiro a pretensão de unificar as informações pessoais de seus usuários como busca, e-mail e a rede social.
Até o dia 28 de novembro, os usuários podem enviar comentários opinando sobre o que acham a respeito das sugestões das alterações que o Facebook pretende implantar. Para isso, basta curtir a página do "Facebook Site Governance" e deixar uma mensagem. No comunicado, ainda foi informado que o sistema de votação para as mudanças na rede social vai sofrer modificações. Para saber mais, confira as atualizações propostas para os documentos de governança.
Fonte : Techtudo

Como está o Windows 8 para jogos?


Ainda antes do lançamento, muitos sites divulgaram notícias relatando a decepção de algumas desenvolvedoras com o desempenho do Windows 8 para jogos. De lá pra cá, o número de reclamações aumentou consideravelmente, principalmente por conta de problemas com a plataforma Games for Windows Live.
Como está o Windows 8 para jogos? 

Apesar de muitas pessoas reclamarem, outras tantas dizem não ter problemas com o sistema e relatam que a performance está superior em algumas situações. Aproveitamos todo esse burburinho para estudar o caso a fundo. Hoje, vamos mostrar que existem os dois lados da moeda, mas que talvez nem tudo seja tão ruim quanto alguns dizem.

A evolução pode ser problemática


O Windows 8 aproveitou grande bagagem das antigas versões, mas isso não quer dizer que, em termos de código, ele tenha muitas semelhanças. Para dar uma repaginada na história do sistema, a Microsoft optou por mexer severamente no núcleo do sistema.
Isso quer dizer que muitos recursos básicos receberam diversas alterações. Não estamos falando aqui da funcionalidade em si, mas do modo como o sistema executa cada ferramenta. A Microsoft modificou a base gráfica do Windows 8, inserindo efeitos e animações que usam o DirectX como plataforma de suporte.
Como está o Windows 8 para jogos? 
Essa é a primeira característica do sistema que muitos apontam como um problema. Ainda que deixe o sistema mais elegante, tal recurso pode interferir no desempenho em jogos, pois o Windows precisa manter o foco em dois ambientes que usam a mesma tecnologia. O uso do DirectX na interface do sistema pode causar impacto negativos, mas ninguém consegue provar o quanto isso afeta o desempenho da máquina.

Falta de suporte apropriado


Apesar de existir uma grande quantidade de reclamações quanto ao sistema, muitos colocam a culpa do “baixo desempenho” (que ainda não foi comprovado por ninguém) nas costas da NVIDIA e da AMD. A alegação mais comum é de que os drivers não são aperfeiçoados para o novo sistema e por isso os jogos ainda estão melhores no Windows 7.
Como está o Windows 8 para jogos? 

De fato, nas versões de prévia do Windows 8, os drivers geravam diversos problemas e causavam grande impacto na performance durante a execução de games. Entretanto, de lá para cá, as duas fabricantes de GPU investiram pesado para polir seus softwares.
No site da AMD e da NVIDIA, há versões apropriadas dos drivers para o sistema. Alguns chips (como alguns para notebooks) ainda não são suportados, o que força o jogador a usar uma versão de software para Windows 7 para conseguir reproduzir os games. Nesse tipo de situação, a culpa é dos drivers, mas, no geral, essa é uma exceção que foge à regra.

Como está o Windows 8 para jogos?

Na verdade, considerando que o Windows 8 acabou de sair do forno, é compreensível que exista uma série de problemas com drivers; entretanto, não encontramos testes que provem que o hardware não está se comunicando adequadamente com o software da Microsoft.

Forçando a barra


Se por um lado há poucos artigos comprovando problemas de performance do Windows 8, por outro existe uma legião de pessoas que diz estar sofrendo com a plataforma Games for Windows – LIVE. Com a história de lançar sua própria loja, a Microsoft acabou criando uma briga direta com os jogadores que amam o Steam.
O problema, na verdade, não é a loja existir, mas são os bugs que interferem na jogatina de quem usa o serviço da Valve. Muitas vezes, os jogos precisam usar a interface da Games for Windows – LIVE para realizar login e conseguir se conectar em partidas online. Isso já acontece no Windows 7, mas não há muitos erros. Já no Windows 8...

Como está o Windows 8 para jogos?

É até engraçado falar sobre o Games for Windows – LIVE, pois, apesar de ser um produto da Microsoft, ele não vem devidamente atualizado na sistema operacional. Em geral, muitas pessoas se deparam com uma mensagem de erro quando tentam usar os recursos dessa plataforma. Para poder continuar a situação, é preciso baixar a última versão do produto — que, por sinal, nem sempre funciona.

Diferenças mínimas


Para colocar tudo em pratos limpos, vamos ao que realmente importa. Vejamos como cada um se sai na hora de encarar os jogos e benchmarks. O site PC World realizou, no começo de outubro, uma análise profunda dos dois sistemas em diversas situações.
Moral da história? Na maioria dos quadros, o Windows 8 consegue ser melhor do que o Windows 7 em jogos. As diferenças, no entanto, são mínimas, e em alguns poucos jogos há um salto de frames. É importante frisar que em determinadas situações o Windows 7 demonstra ser mais rápido, portanto temos quase um empate técnico.

Como está o Windows 8 para jogos? 

Agora, considerando a “superioridade” do Windows 8 em alguns casos, não há como dizer que você vai notar diferença de qualidade ou de velocidade. Mesmo em jogos como Total War: Shogun 2, em que o novo sistema é até 62% melhor, não há uma grande discrepância na hora da jogatina.

Exclusividade no DirectX


Respondendo a nossa principal pergunta, podemos dizer que o Windows 8 não está mal  planejado para jogos, mas isso não quer dizer que ele seja o sistema mais recomendado para games. Apesar de oferecer desempenho superior em muitos títulos, os problemas de compatibilidade, bugs e outros poréns podem atrapalhar jogadores que querem jogar e evitar as dores de cabeça.
Para a Microsoft, todavia, o Windows 8 é imbatível e todas as propagandas vão falar que ele é o melhor em tudo, afinal mais vendas geram mais lucro. Inclusive, para provar essa superioridade, a desenvolvedora já deixou claro que o DirectX 11.1 será disponibilizado apenas para o sistema mais recente, ou seja, quem quiser aproveitar as novidades terá de migrar.

Como está o Windows 8 para jogos? 

De certa forma, não é uma má ideia mudar de sistema, mas talvez este não seja o momento apropriado. Pode ser interessante esperar os novos jogos e drivers para visualizarmos mais testes e ver se ele demonstrará poderio em games. Por ora, recomendamos o Windows 7 para games, e o Windows 8 para os curiosos.


Fonte: tecmundo

Os 7 maiores mitos da tecnologia


Desde que somos pequenos, ouvimos muitas coisas que nos fazem crescer com medo de outras tantas – “engolir o chiclete faz o estômago colar”, por exemplo. E quando o assunto é tecnologia, isso também é verdade. Afinal de contas, qual avó nunca reclamou do video game por achar que ele poderia estragar a televisão da sala?
Hoje, reunimos alguns dos maiores mitos da tecnologia para dizer se eles são realmente verdadeiros ou se não passam de “histórias para boi dormir”. Fique atento, pois certamente você verá algo que alguém já lhe disse e você sempre duvidou se isso era real ou não.


1. Colocar a pilha no freezer pode recarregá-la?


Muitas pessoas têm o costume de colocar pilhas em refrigeradores e freezers para que elas sejam “recarregadas”. Mas a verdade é que isso é impossível de acontecer. “Tecmundo, eu juro que uma vez a bateria do controle remoto acabou e, depois de deixá-la no freezer, voltou a funcionar!”. Sim, nós sabemos que isso é verdade, mas o que aconteceu nesse caso não foi uma recarga, mas uma ativação de carga.
 
(Fonte da imagem: ThinkStock)

As pilhas possuem uma carga elétrica que é gerada por processos químicos dos elementos utilizados em sua composição. E as baixas temperaturas podem fazer com que os elementos presentes nas baterias consigam gerar a eletricidade necessária para mais alguns minutos de utilização – em aparelhos que exijam pouca corrente, como controles remotos.
O site LifeHacker afirma que a refrigeração das pilhas funciona muito mais para retardar a dissipação da carga do que como um gerador de corrente. Por essa razão, o armazenamento em freezers para pilhas não alcalinas é recomendado – uma vez que elas perdem uma quantidade significativa de carga todos os dias.


2. Mac e Linux não têm vírus


Por muitos anos, os usuários do Windows sofreram com as piadinhas daqueles que utilizam outros sistemas operacionais. Essas brincadeiras eram geralmente voltadas ao fato de “somente o sistema da Microsoft ter vírus”. Mas será que Mac e Linux realmente são invulneráveis a qualquer ameaça virtual?

 
(Fonte da imagem: ThinkStock)

Realmente, existem menos pragas para os outros sistemas, mas o motivo para isso é muito simples: criar um código malicioso que afete o Windows pode ser muito mais proveitoso para os crackers – justamente por haver muito mais chances de acertos, devido ao número de usuários do sistema. Mas à medida que os outros crescem, certamente a quantidade de vírus vai crescer também.
Um bom exemplo disso é o Flashback, que atingiu o Mac OS X há pouco tempo. Depois desse fato, até mesmo a Apple admitiu que o seu sistema operacional não seria invulnerável. Sistemas portáteis também não são perfeitos, por essa razão o Android observa a quantidade de malwares crescendo constantemente e até mesmo o iOS já viu suas primeiras ameaças.

3. CD pirata pode danificar o aparelho de som?


Um dos pontos que é preciso analisar antes de comprar uma mídia virgem (CD-R) é a cor dela. Você pode não saber, mas isso influencia diretamente na qualidade do material que está sendo utilizado – pois indica qual o elemento-base da composição. Os discos piratas geralmente são feitos de fito-halocianino, pois é o mais barato que se pode encontrar (quando não há disfarce da coloração, são esverdeados).
 
(Fonte da imagem: iStock)

E esse tipo de mídia apresenta menos densidade do que outras mais caras, por isso é comum que qualquer pequeno risco já faça um grande estrago na reprodução do áudio. Como informa o Clube do Hardware, discos de fito-halocianino são menos reflexivos do que os prateados, o que força os canhões de leitura a trabalhar acima da capacidade máxima e, dessa forma, reduz a vida útil deles.
Por essa razão, pode-se dizer que os CDs piratas são realmente prejudiciais aos aparelhos de som, mas desde que criados com compostos de baixa qualidade. O mesmo vale para discos de jogos e DVDs de filmes.

4. Video game estraga a televisão?


Isso é verdade e também é mito, depende de qual tipo de televisor estamos falando. Em 1985, o Nintendo Entertainment System (NES, também conhecido como Nintendinho) chegou aos Estados Unidos e foi o primeiro console a fazer um grande sucesso de vendas em todo o mundo. Naquela época, era comum que os jogos tivessem muitas imagens estáticas, principalmente os cenários.

Só mesmo as TVs de tubo sofriam com esse problema (Fonte da imagem: iStock)
Como os televisores utilizados no mesmo período eram de tubo CRT, com certa frequência era possível encontrar manchas nas telas (o chamado “burn-in”) após longas jornadas de jogatina. Mas o avanço dos video games fez com que isso fosse muito menos presente, devido principalmente à maior variedade de cores e movimentações nas partidas.
Vale dizer também que as televisões evoluíram. Com isso, a tecnologia utilizada parou de ser responsável por disparos de cátodos até o vidro e passou a ser composta por LCDs, LEDs e telas de plasma – estas últimas até sofrem com o burn-in, mas são mais facilmente corrigidas em casos de manchas.

5. Quantidade de memória é o que mais importa na placa de vídeo?

Alguns anos atrás, o que a maioria das pessoas queria saber na hora de comprar uma placa gráfica era: “Quantos MB de memória ela tem?”. O que parecia mais importante era exatamente isso, fazendo com que muitos pensassem apenas nessa especificação. O problema é que uma placa de vídeo com 1 GB de memória pode ser inferior a outra com 512 MB.
 (Fonte da imagem: iStock)
Isso acontece por dois fatores principais: tipo de memória utilizada e também processador gráfico existente na placa. A memória GDDR5 é muito superior à DDR3, principalmente quando estamos falando de uma aceleradora gráfica. Além disso, também devem ser observados alguns detalhes, como largura de banda de memória e interface dela – pois isso deixará claro quanto pode ser transferido por segundo.
A GPU (Unidade de Processamento Gráfico, que é o processador da placa) também é vital para essa análise. De nada adianta uma placa de vídeo com 1 GB de memória se o clock de processamento e a arquitetura utilizada não forem suficientes para calcular todas as informações que o consumidor precisa. Para entender melhor o assunto, clique aqui e acesse o "Glossário das placas de vídeo".

6. Ímãs podem apagar os dados de unidades de armazenamento?

Há alguns anos, o Tecmundo preparou um artigo que desvendava o mito de que ímãs próximos aos discos rígidos poderiam apagar dados importantes. Ficou claro que era preciso de uma força magnética muito grande para que isso acontecesse, mas será que o mesmo pode ocorrer com CDs e outras mídias de armazenamento?
Completamente imune a ímãs (Fonte da imagem: iStock)
Como o eHow deixou bem claro, os dados não ficam gravados de forma magnética nos CDs e DVDs, ao contrário do que acontece com fitas VHS ou cassete – que são criadas com materiais magnéticos. Quando a dúvida chega aos pendrives, a influência também não existe. Qualquer tipo de memória Flash é imune aos ímãs, porque não existe nenhum magnetismo utilizado na produção delas.

7. Lasers e celulares podem derrubar aviões

Se você já viajou de avião, deve ter ouvido recomendações para desligar seu celular assim que as portas da aeronave fechadas. O principal motivo para isso, segundo a regulamentação da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), é evitar que o sinal dos aparelhos interfira no bom funcionamento dos equipamentos de navegação.
Não é uma boa hora para ligar e avisar que vai demorar (Fonte da imagem: iStock)
Um estudo da Boeing (uma das maiores fabricantes de aviões comerciais do mundo), colocou 16 aparelhos em uma aeronave (em solo) para determinar a influência deles nos equipamentos do avião. A conclusão foi que eles realmente fazem com que vários sinais diferentes sofram interferências, o que poderia ser prejudicial à segurança dos voos.
Quanto aos lasers apontados para os aviões, eles podem ser realmente perigosos. Giorge Tsuruta entrou em contato com o Tecmundo e nos contou o seguinte: "Os feixes de laser ganham amplitude conforme a distância e ao serem apontados para cabine "inunda" a mesma com luz intensa ofuscando a visão dos pilotos, que deixam de enxergar os instrumentos do painel e pista do aeroporto para pouso, exatamente como demonstrado na foto (abaixo). Se incidir diretamente sobre os olhos dos tripulantes pode até causar cegueira.
 (Fonte da imagem: Campanha pela Segurança dos Pilotos de Aviação)
Tsuruta trabalha com Segurança de Voo e entrou em contato com nossa equipe para solicitar a correção, após termos dito que os lasers só atrapalhavam o voo se fossem incididos diretamente nos olhos dos pilotos. O Tecmundo agradece imensamente pela colaboração de Giorge Tsuruta.
.....
Viu como nem tudo o que falam por aí é verdade? Certamente você já havia escutado alguém falar alguns dos itens que citamos no texto. A partir de agora, sempre que você ouvir algo parecido com isso, já sabe como tirar a dúvida das pessoas.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/curiosidade/26780-os-7-maiores-mitos-da-tecnologia.htm#ixzz22ZtUDa9D

SaferTaxi: corridas de táxi com Wi-Fi gratuito e solicitadas pelo smartphone


Já faz dois meses que a cidade de São Paulo dispõe de um novo serviço, utilizado por habitantes e turistas para chamar táxis de maneira simples e segura: o SaferTaxi, que também está presente em países como Argentina, Chile, Estados Unidos e Portugal.

Com ele, é possível solicitar um táxi pelo smartphone com alguns poucos cliques e, mais do que isso, acompanhar, em tempo real, o percurso do motorista até você. Depois, o app sugere uma rota para o seu destino e até mesmo disponibiliza uma ficha cadastral do taxista, com telefone e número de licença do carro. Como se não bastasse, o aparelho da SaferTaxi instalado no veículo fornece Wi-Fi para o cliente.

Para começar a usar o serviço — que é gratuito —, basta instalar em seu smartphone o aplicativo para Android ou iOS. Também estão disponíveis versões para Symbian e Blackberry e até mesmo uma alternativa web, que pode ser acessada pelo seu navegador favorito.

Como funciona?

A operação do aplicativo é muito simples. Depois de instalá-lo em seu celular, será necessário preencher um pequeno cadastro para começar a usá-lo. Logo depois de se autenticar, você já poderá ver, em um mapa, a sua localização estimada e os táxis do sistema que estão por perto. A partir dessa tela, é possível clicar em “Agende um táxi agora” e, então, detalhar seu endereço de origem e destino.

  

O aplicativo anunciará para os taxistas mais próximos que você precisa de uma corrida e um deles responderá ao chamado. A partir desse momento, você recebe um pedido de confirmação que exibe a foto e a licença do motorista. Assim que aceitá-lo, o SaferTaxi exibirá, em tempo real, o deslocamento do veículo até chegar ao local em que você se encontra.

Depois disso, o app traça a melhor rota para chegar ao destino escolhido. Essa pode ser uma boa vantagem para quem gosta de viajar e visita, pela primeira vez, São Paulo ou alguma outra cidade atendida pelo SaferTaxi. Com o trajeto traçado, fica mais fácil escapar de maus profissionais, que costumam dar voltas extras com clientes para descolar um troco a mais.

Wi-Fi e avaliação


Durante a corrida, uma surpresa: o aparelho do SaferTaxi instalado no veículo fornece Wi-Fi gratuito para o passageiro. Basta pedir a senha para o motorista e, então, se conectar à rede usando seu smartphone. Depois de pagar e sair do carro, você também pode avaliar a corrida, atribuindo uma nota de 1 a 5 estrelas para motorista e automóvel e, se necessário, tecer algum comentário adicional.

É importante notar que todas as corridas feitas pelo aplicativo ficam registradas, o que pode ser uma ótima ferramenta para executivos e outros profissionais que fazem uso frequente de táxis: o registro pode não servir como documento oficial, mas ajuda a se lembrar dos dados daquela corrida em que você se esqueceu de pegar recibo ou nota fiscal.

FONTE : TECMUNDO

Mitos e verdades sobre megapixels

Desde a popularização das câmeras fotográficas digitais, uma das maiores discussões — tanto entre as fabricantes quanto entre os compradores desses equipamentos — é a questão dos megapixels. Afinal, o quanto isso influencia nas fotografias?

 
Qual é, realmente, o papel dos megapixels nas fotografias? (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)

Até algum tempo atrás, acreditava-se que, quanto maior fosse o número de megapixels, melhor seria a qualidade da fotografia tirada, sem levar em conta outros fatores. Os fabricantes propagavam esse número como uma das maiores vantagens das câmeras, e os consumidores, muitas vezes sem saber exatamente o que isso significava, pagavam mais caro por esse recurso.
Hoje é sabido que o número de megapixels, apesar de ser uma informação importante, não é um indicativo real de qualidade. Pelo menos, não quando ele está sozinho. Inclusive, um movimento de profissionais que acreditam no contrário tem surgido com cada vez mais força, afirmando que câmeras com muitos megapixels tendem a diminuir a qualidade das fotografias.

Entenda o raciocínio

Quando uma câmera tem a possibilidade de bater fotos com muitos MPs (lembrando que o valor nominal só é atingido quando a fotografia é batida no maior tamanho e com qualidade máxima), isso significa fotografias muito maiores, com a captura de detalhes acentuada.
Porém, para fazer isso em uma câmera que possui um sensor do mesmo tamanho que o de uma com 10 MP, por exemplo, é preciso deixar os pixels muito pequenos, e isso quer dizer menor capacidade de absorção de luz. O resultado é que, muitas vezes, a fotografia ganha em tamanho, porém perde em qualidade, apresentando mais ruído, mesmo com o ISO ajustado para um valor baixo.
Entretanto, esse raciocínio, apesar de um pouco mais correto, cai no mesmo erro cometido pelas pessoas que compravam câmeras apenas pela quantidade de megapixels: leva em conta apenas as características puramente técnicas, sem analisar a situação do dia a dia do fotógrafo e o uso que se fará da fotografia.

O que este número muda em uma foto?

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o número de megapixels máximo de uma câmera — aquele que é anunciado — não é fixo, isto é, não vale para todas as fotos tiradas com ela. E agora, isso quer dizer que eu fui enganado ao comprar a minha câmera de 12 MP? Não, mas é preciso prestar atenção ao que isso significa.
A quantidade máxima de megapixels só é usada quando você bate uma fotografia no maior tamanho, com a melhor qualidade possível com aquela câmera. Na prática, isso quer dizer que você pode bater fotos enormes e sem perder a nitidez, dependendo também, é claro, da qualidade do sensor e da lente.

Megapixels interpolados, o que é isso?

Algumas fabricantes, para não aumentar o número real de megapixels em uma fotografia e, mesmo assim, criar fotografias com um tamanho grande, utilizam uma técnica chamada de interpolação. É preciso tomar muito cuidado com esse tipo de aumento, já que a qualidade pode ser comprometida.

 
Imagens com detalhes menores perdem qualidade com este recurso (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)

No lugar de aumentar efetivamente o número de MP da imagem, a interpolação afasta os pixels uns dos outros e usa algarismos para calcular a área em volta e preencher o espaço vazio de modo que pareça uniforme.
Para fotografias com poucos detalhes (uma imagem do céu, por exemplo, com apenas uma cor predominante), essa técnica não é tão prejudicial, mas quem quer a qualidade máxima precisa saber que esse tipo de recurso pode apresentar falhas em imagens muito detalhadas. Na duvida, opte sempre por megapixels reais.

“Mais megapixels significa maior qualidade da imagem”

 
Essa afirmação já é, reconhecidamente, um mito (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)

Esse mito já foi amplamente desmascarado, não sendo mais popular entre os entusiastas da fotografia. Comparar uma câmera apenas pelo número de MPs é limitante, não permite uma visão real da situação.
A qualidade da imagem depende de uma série de fatores, dentre eles, o tamanho do sensor. Isso faz com que uma câmera compacta com mais MPs do que uma SLR, por exemplo, não consiga apresentar resultados muito superiores, como seria de se esperar levando-se em conta apenas a medida dos megapixels.
Os ajustes manuais, a lente utilizada, o tamanho e construção do sensor etc... São diversos os fatores que precisam ser levados em conta na hora da compra de uma câmera, além é claro dos megapixels. Para o uso doméstico, de 6 a 8 MP são suficientes para fotos com uma boa capacidade de impressão, se isso for aliado a um bom sensor e a um equipamento de qualidade.
Para fotógrafos profissionais, que não precisam de grandes ampliações, 10 MP fazem um bom trabalho, também se levando em conta a qualidade do equipamento utilizado, é claro. É preciso entender que, para se utilizar na internet, imprimir em tamanhos normais e até mesmo para ter mais liberdade ao editar, isso é suficiente.

“Muitos megapixels deixam a fotografia com ruído”

 
A afirmação é verdadeira, mas cuidado com o contexto! (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)

Essa é uma daquelas afirmações que não estão completamente erradas, mas é preciso prestar atenção e saber exatamente o que isso significa, antes de sair dizendo isso como se fosse verdade absoluta. É verdade que câmeras com muitos megapixels tendem a ter um aumento do ruído, mas isso não significa que elas sejam piores.
Tendo em vista que, para o uso normal de um fotógrafo, algo em torno de 10 megapixels é suficiente, quando uma câmera traz muito mais do que isso fica evidente que o seu uso não é mais o mesmo.
Olhando uma fotografia dessas de perto, no seu tamanho original (provavelmente, mesmo com uma tela grande, você só conseguirá ver um pequeno detalhe da imagem), realmente as áreas escuras possuem bastante ruído, porém uma imagem tão grande assim não é feita para ser vista de tão perto.
 
Na tela do computador o ruido faz diferença, mas isso é irrelevante em um outdoor (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)

Câmeras com uma quantidade muito grande de megapixels são melhores aproveitadas quando utilizadas para fotografar imagens para painéis e outdoors, por exemplo, que são vistos de longe, fazendo com que o ruído seja insignificante.
Quando não há a necessidade de tamanha ampliação, é possível fotografar usando uma configuração de tamanho menor do que o máximo ou usar o “downsizing”, que nada mais é do que a redução da área da foto, feita por um editor. Fazendo isso, o ruído também tende a diminuir.

Afinal, o que é melhor?

Uma das maiores verdades da fotografia é a frase que diz que o melhor equipamento é aquele que você necessita. Ela pode parecer óbvia, mas muitas pessoas não levam isso a sério. Para comprar uma câmera nova, não adianta comprar a mais cara ou mesmo a mais avançada — com um número enorme de megapixels —, se tudo o que você quer é fotografias para colocar na internet ou revelar em tamanho normal.
Para fotógrafos casuais ou fotógrafos profissionais que não tenham a necessidade de grandes ampliações e, principalmente, para bater fotografias do dia a dia, não existe a menor necessidade de comprar uma câmera com mais do que 12 MP, já que dificilmente o tamanho máximo da imagem será exigido. Nesses casos, preocupe-se em comprar uma câmera de uma marca reconhecida no mercado, que tenha as lentes e o sensor de boa qualidade.

FONTE : TECMUNDO

 
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