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Melhores apps para Android: 23/11/2012 [vídeo]


Jogos de zumbi, games de plataforma, aplicativos de personalização e produtividade são apenas algumas das opções que você vai encontrar na lista de Melhores Apps para Android dessa semana. Confira o que passou pela redação do Baixaki e deixe seu gadget ainda mais legal!

APLICATIVOS

Pixlr Express [Android 2.2+ Grátis]

Abrindo nossa lista de sugestões da semana, trazemos o excelente Pixlr Express. Ele é uma forma rápida e eficaz de editar imagens no Android. Você vai encontrar dezenas de opções que podem deixar suas fotos ainda mais bonitas.
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Seguindo o estilo consagrado pelo Instagram, o aplicativo também oferece vários filtros de cor que podem alterar totalmente o aspecto da imagem. Eles são divididos em várias categorias e mantêm a qualidade e alta resolução de sua foto.

Widget Lock [Android 2.2+ Grátis]

Widget Lock é um aplicativo que amplia as possibilidades de personalização de seu Android, trazendo para as versões 2.2 ou superior uma característica nativa apenas na versão Jelly Bean do sistema operacional.
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Com ele você pode adicionar widgets à tela de bloqueio do Android. Ele é compatível com qualquer app instalado em seu aparelho e pode tornar a utilização do gadget ainda mais prática.

Todoist: To Do List, Task List [Android 2.2+ Grátis]

Uma lista de tarefas bonita e elegante para seu Android! Esse é Todoist: To Do List, Task List, um aplicativo que permite a sincronização de dados com outro gadgets a partir de uma conta criada por você.
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É possível adicionar projetos, listas e itens que devem ser concluídos — adicionando um prazo limite com data e hora, para que você mantenha sua vida organizada. Além de trazer praticidade, o visual do app também é muito bonito, seguindo o padrão das versões mais novas do Android.

Beautiful Clock Widgets [Android 2.0+ Grátis]

Muitas pessoas utilizam o telefone como relógio e despertador. Por esse motivo, um bom relógio para a homescreen do Android é indispensável. E com Beautiful Clock Widgets você não tem só um, mas vários widgets para utilizar.
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São dezenas de modelos de relógio diferentes para você escolher aquele que mais combina com o estilo de sua interface. Cada um deles pode, ainda, ser personalizado com cores e planos de fundo de sua preferência.

Echofon for Twitter [Android 2.2+ Grátis]

O aplicativo oficial do Twitter é muito popular, mas nem todos se adaptaram ao seu estilo e ainda buscam clientes alternativos. Echofon for Twitter já é um app popular em desktops, e agora chega à Play Store.
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Seu visual é muito parecido com o da versão original, recheado de funcionalidades práticas que simplificam a visualização de mensagens e fotografias enviadas pelos usuários da rede social de microblog.

JOGOS

Mike V: Skateboard Party Lite [Android 2.0+ Grátis]

O jogo que abre a seleção dessa semana é Mike V: Skateboard Party Lite. Aqui você é um grande skatista e precisa realizar diversas manobras radicais em três pistas diferentes. Mesmo sendo uma versão gratuita do app, é possível se divertir e testar suas possibilidades.
Melhores apps para Android: 23/11/2012 [vídeo]
O personagem pode ser alterado e os gráficos tridimensionais são satisfatórios. Outro grande destaque do jogo é a trilha sonora, que lembra grandes títulos do mesmo estilo, como Tony Hawk Pro Skater.

DRAGON SLAYER [Android 2.1+ Grátis]

DRAGON SLAYER é uma ótima pedida para quem gosta de games de ação. Seu objetivo é enfrentar dragões gigantes, em belos cenários em três dimensões. Todas as criaturas que cruzarem seu caminho devem ser eliminadas.
Melhores apps para Android: 23/11/2012 [vídeo]
O jogo conta com um tutorial completo e comandos simplificados. Um de seus pontos mais interessantes, além de trilha sonora e gráficos de alta qualidade, é a loja com uma grande variedade de upgrades para você comprar.

Call of Mini: Double Shot [Android 2.0+]

Call of Mini: Double Shot é o joguinho de zumbis dessa semana. A ideia aqui, é claro, é sobreviver em meio ao apocalipse zumbi, fugindo e eliminando todos os mortos-vivos que aparecerem em sua frente.
Melhores apps para Android: 23/11/2012 [vídeo]
Para isso, você precisa comprar armamentos pesados, aumentando seu poder bélico. Quanto mais inimigos você eliminar, mais forte se tornará. O título conta com sons incríveis, música de qualidade e gráficos muito legais.

Legend of the Cryptids [Android 2.2+ Grátis]

A próxima opção da lista é indicada para quem gosta de games de cartas. Em Legend of the Cryptids, você precisa usar seu raciocínio e estratégia, colecionando cartas mágicas para lutar contra diversos inimigos.
Melhores apps para Android: 23/11/2012 [vídeo]
É preciso resolver várias missões e misturar elementos para conseguir cartas mais poderosas. O game conta com uma interface bem trabalhada, que é um de seus grandes atrativos. Além disso, você dispõe de muitas cartas e opções de jogo para se divertir.

Paper Monsters [Android 2.2+ R$ 2,07]

Paper Monsters é o joguinho que fecha o Melhores Apps dessa semana. O game de plataforma traz um simpático personagem feito de papelão que precisa desbravar diversos mundos cheios de inimigos.
Melhores apps para Android: 23/11/2012 [vídeo]
São quatro estilos de disputa diferentes com excelente jogabilidade. Você tem um enredo muito diferente e divertido em uma jogatina bem construída. Além disso, é possível realizar diversos upgrades, o que sempre torna o game mais interessante.
...
Finalizamos aqui mais uma seleção dos aplicativos mais legais que passaram pela redação do Baixaki na última semana. Lembre-se de comentar sobre seus apps favoritos e conferir as novidades em nosso site ou através do app oficial, disponível na Play Store. Boa diversão e até a próxima semana.


Leia mais em: Tec Mundo

Por que o Windows 8 pode ser um fiasco para jogos?


Falta pouco tempo para a chegada do Windows 8, o mais novo sistema operacional da Microsoft que promete unir PCs e tablets sobre no mesmo ambiente. Apesar de toda a comunidade de entusiastas da tecnologia estar aguardando ansiosa pela novidade, algumas personalidades importantes do mundo dos games parecem desacreditar o futuro do novo OS. 


As dúvidas sobre o sucesso do Windows 8 no mundo dos games começaram a pairar depois da declaração do CEO da Valve, Gabe Newell, afirmando que  “o Windows vai ser uma catástrofe para o mercado”. Que motivos teria o pai do Half-Life e da maior loja de games online no mundo, o Steam, para desacreditar tanto a próxima versão do SO da Microsoft?

Uma plataforma para todos


Há décadas que o Windows tem sido a plataforma preferida dos desenvolvedores de jogos para computadores pessoais, principalmente por causa da popularização do pacote de APIs do DirectX. Além de apoiar os programadores de jogos com boas ferramentas de criação, o sistema operacional da Microsoft também permitia que qualquer programa compatível pudesse rodar sem nenhum tipo de restrição.


Em outras palavras, qualquer software criado para a plataforma Windows pode ser distribuído sem nenhuma limitação imposta pelo sistema operacional. Essa relação de liberdade por parte do SO rendeu muitos frutos para a gigante de Redmond, considerando que uma boa parcela dos usuários adquiriram um PC com Windows principalmente para poder rodar os seus games favoritos. Entretanto, isso pode mudar com a vinda da oitava versão do sistema operacional.

Windows Store e licenciamento de softwares


Entre as diversas novas funcionalidades confirmadas para o Windows 8 está uma loja de aplicativos. Esta sessão com prateleiras virtuais deverá ser algo parecido com a famosa App Store da Apple ou com o Google Play, o portal de aplicativos dos sistemas Android.
Assim como acontece com o Mac, é bem provável que loja virtual — chamada de Windows Store — permita que a Microsoft tenha uma participação direta sobre venda dos aplicativos disponibilizados para o Windows.


Apesar de a empresa fundada por Bill Gates ainda não ter detalhado como a loja vai funcionar, muitos temem que a plataforma não seja apenas uma forma de facilitar o acesso a aplicativos de pequenos desenvolvedores, mas também de garantir que apenas os programas adquiridos através da Windows Store possam rodar.
Naturalmente, isso representaria uma verdadeira catástrofe para a loja de games da Valve, considerando que os consumidores teriam de adquirir os seus games apenas através da Windows Store em vez do Steam ou, na pior das hipóteses, nas duas ao mesmo tempo. O mesmo valeria para outras plataformas de peso, como a loja da Blizzard ou da EA Games.


Para contornar este “problema”, o criador do Half-Life disse até que está trabalhando em meios de deixar os jogos do Steam perfeitamente compatíveis com o Linux, o sistema operacional de código aberto. No entanto, não há confirmações oficiais sobre um projeto dessa natureza por parte da Valve.

Autenticação de hardware


Diferente do Mac ou dos smartphones, o Windows não foi projetado para rodar apenas em máquinas “fechadinhas” vendidas pela própria Microsoft, mas sim em qualquer microcomputador montado com qualquer hardware compatível com a arquitetura IBM PC e com o SO. Esse é um dos principais motivos do sucesso do sistema operacional.
Por outro lado, o grande número de fabricantes compondo o mesmo gabinete também é um dos motivos que podem desestabilizar o sistema, devido às falhas de cumprimento das normas de padronização. Preocupada em amenizar este problema, a Microsoft projetou o Windows 8 para ser totalmente compatível com a nova arquitetura UEFI, que deve substituir a BIOS.

 

Além de ser uma solução mais sofisticada para a inicialização do sistema, a UEFI também pode atuar como um autenticador de hardware, impedindo o Windows de rodar em sistemas que não foram licenciados pela Microsoft.
Para os gamers, isso pode significar uma grande perda na diversidade de hardware disponível, considerando que muitos fabricantes abandonariam a plataforma porque não querem arcar com os custos de um licenciamento, empobrecendo a oferta de máquinas destinadas aos jogos.
Novamente, a Microsoft ainda não divulgou informações específicas sobre como a autenticação de hardware vai funcionar, e boa parte das afirmações sobre o assunto são apenas especulações.

Será mesmo tão ruim assim?


Apesar das queixas dos gurus da indústria, é possível que, em um primeiro momento, as desvantagens das restrições impostas pelo novo Windows sejam sentidas mais pelos distribuidores de jogos do que pelos desenvolvedores em si. Afinal, se o preço e a qualidade do serviço forem iguais, para o desenvolvedor há poucas diferenças entre a distribuição via Steam ou Windows Store.

 

Além disso, o lançamento de uma nova versão do Windows não implica que todos os computadores vão precisar fazer o upgrade, basta considerar que muitas pessoas ainda usam o Windows XP até hoje. Exceto pela falta de suporte para novas tecnologias, a princípio, nada impediria os usuários e até os desenvolvedores de continuarem a usar o Windows 7 caso a nova versão não agrade.
Sejam todos esses temores bem embasados ou não, só saberemos ao certo o quanto o Windows 8 pode ser bom ou ruim para a indústria dos games depois do dia 26 de outubro, quando o SO for oficialmente lançado. Até lá, continue acompanhando o Tecmundo para mais novidades sobre a oitava versão do sistema operacional mais usado no mundo.

Techtudo testa a última versão beta de Pro Evolution Soccer 2013


Enquanto a demo de Pro Evolution Soccer 2013 já se encontra disponível para PCXbox 360 e PlayStation 3, o TechTudo testou, a convite da Konami, uma versão que está bem próxima da final, com mais times e detalhes que na demonstração liberada na semana passada.
PES 2013 (Foto: Divulgação)PES 2013 (Foto: Divulgação)
Desde a primeira apresentação do jogo, que foi feita pouco tempo antes da E3 2012, muita coisa mudou. As eventuais quedas da taxa de quadros não existem mais, o que torna a jogabilidade mais fluída. Os gráficos também foram polidos desde o primeiro beta, e já é possível ter uma ideia de como será o produto final.
Mais realismo
Os produtores do jogo capricharam nos detalhes dos jogadores, sendo possível distinguir de longe algumas figuras como Neymar, Dagoberto, Ganso, Deivid e outros. Em contrapartida aos jogadores definidos, a torcida tem um acabamento menor nos detalhes. As cenas que mostram os jogadores cantando os hinos também não possuem sincronia labial, o que deixa a cena bem artificial.
PES 2013 (Foto: Reprodução)PES 2013 (Foto: Reprodução)
O que falta de detalhes na torcida, sobra nos jogadores. As expressões faciais ficaram muito boas, e os goleiros também fazem aquela cara de susto quando um atacante está prestes a fazer um chute ao gol. Nessa parte, ponto para eles.
Goleiros, e o Player ID
Um dos problemas que sempre existiu nos jogos da franquia PES foi o realismo da movimentação dos goleiros. Ela melhorou no PES 2013, embora ainda cometam algumas gafes, que poderiam ser boas defesas. Isso não compromete muito a diversão da série, mas é um detalhe que deve ser considerado em uma análise.
A Konami decidiu implantar um recurso chamado Player ID em PES 2013. Foram selecionados jogadores icônicos e todas as suas características em campo foram fielmente recriadas no jogo. Um grande exemplo (presente também na versão demo) é do jogador Neymar, que de longe se destaca dos demais jogadores quando está com a bola no pé. Ao marcar um gol, o atacante faz a dança “Ai, se eu te pego”, de Michel Teló. Vários outros atletas tem essas características exclusivas, que poderão fazer a diferença nas partidas.
PES13-04 (Foto: PES13-04)PES 2013 (Foto: Divulgação)
Vila Belmiro e times licenciados
O Estádio Urbano Caldeira (Vila Belmiro) está entre as maiores surpresas de PES 2013. Ele foi reproduzido com grande fidelidade, pois os produtores do jogo vieram ao Brasil e chegaram a acompanhar algumas partidas do Santos. Até a região ao redor do estádio foi recriada, como os prédios vizinhos, as arquibancadas e camarotes.
A quantidade de times licenciados é outro ponto positivo no jogo, bem como a Copa Santander Libertadores, um torneio que os fãs sempre quiseram incluso no jogo.
Neymar dança Ai se eu te pego em novo video de PES 2013 (Foto: Reprodução)Neymar dança Ai se eu te pego em novo video de PES 2013 (Foto: Reprodução)
A pergunta clássica: PES ou FIFA?
A versão quase final de PES 2013 não deixou a desejar. Pelo contrário, superou as expectativas de quem testou as versões iniciais em eventos anteriores como a E3 ou o lançamento mundial que aconteceu em São Paulo. A jogabilidade e o novo sistema de dribles darão um ar mais personalizado nas jogadas, o que é bom para quem já é veterano na franquia.
Uma coisa é certa: PES 2013 não tentou de alguma forma ser parecido com seu rival FIFA. Está tentando inovar, à sua maneira, mantendo uma identidade única, como tinha no passado. Mas é claro que as preferências entre as franquias sempre vão existir, independente da inovação. É bem possível que os fãs de PES gostem do resultado final da versão 2013, que chega em breve nas lojas.

FONTE : TECHTUDO

Dead Trigger fica gratuito para iPhone e iPad


(Fonte da imagem: Divulgação/MadFinger)

Cerca de dez dias atrás, a MadFinger postou um comunicado em seu Facebook revelando que o game Dead Trigger ficaria gratuito para os proprietários do Android. O motivo para isso seria a pirataria, que estava sendo responsável por boa parte da distribuição do jogo. E quem pensava que o iOS não passaria pelo mesmo, estava bem enganado. A partir de hoje o título fica gratuito também para iPhones e iPads.

O CEO da MadFinger disse ao Gamezebo que estava desapontado com os sistemas de segurança das lojas de aplicativos dos dois sistemas operacionais portáteis, pois esperava menos facilidade para a pirataria nas plataformas. Ele disse também que o número de cópias piratas no iOS é menor, mas é comparável ao número de aparelhos com Jailbreak.
Ainda não há informações sobre a possibilidade de o game passar a ser Freemium (gratuito para downloads, mas com itens que podem ser comprados dentro do jogo). E para compensar os jogadores que pagaram pelo título, a MadFinger vai disponibilizar itens especiais e gratuitos para eles – o que inclui armas e melhorias para os itens já existentes.

Fonte: The Verge e Gamezebo

Mega Man /// Fã cria curta-metragem incrível com apenas 700 dólares

Olan Rogers é o nome do cara que com apenas 700 dólares no bolso conseguiu criar esse curta bem bacana do Mega Man. Clique abaixo e assista.

Como assistir a Star Wars no Prompt de Comando do Windows


Foi no ano de 1977 que George Lucas iniciou uma das sagas mais rentáveis de toda a história do cinema. É claro que estamos falando de Guerra nas Estrelas, que teve início com Star Wars Ep. IV: Uma Nova Esperança. E se você é um fã da série, pode aproveitar o Prompt de Comando do Windows para fazer com que o primeiro filme seja exibido em ASCII Art.
Para isso, você precisa habilitar o Telnet no sistema operacional – usuários do Windows XP têm isso habilitado por padrão. Se você não sabe como fazer isso, preste muita atenção nos passos explicados pelo Tecmundo. Todos eles são muito importantes para que o processo possa ser executado da maneira correta.
1. Clique sobre o botão Windows no Menu iniciar e então selecione “Painel de Controle”;
2. Localize e clique sobre o botão “Programas”;
3. Logo abaixo de “Programas e recursos”, pressione o botão “Ativar ou desativar recursos do Windows”;
4. Localize a opção “Cliente Telnet”, marque a caixa de seleção correspondente e clique em “OK”. Depois de alguns segundos, o processo será concluído;
5. Já com tudo habilitado, acesse este link e pressione “Iniciar aplicativo” quando uma janela for aberta;
6. Você poderá assistir ao filme “Star Wars Ep. IV: Uma Nova Esperança” completo em ASCII no seu computador.
Importante: apesar de o Telnet ficar habilitado durante a exibição do filme, apenas um cliente é aberto – não um servidor. Isso significa que não há riscos de ocorrer uma invasão da sua máquina por pessoas com intenções ruins. Mesmo assim, recomenda-se desabilitar o Telnet após o término das atividades.


Fonte: tecmundo

A evolução dos jogos de tiro em primeira pessoa


Não se pode duvidar da influência dos jogos de tiro em primeira pessoa na atualidade. Por mais que o gênero não seja uma unanimidade entre os gamers, são títulos como Call of Duty ou Battlefield que ditam os rumos da indústria e servem como referência para a esmagadora maioria das desenvolvedoras.
A importância de tais títulos é tão grande que até mesmo jogos de outros gêneros acabam tentando embarcar nesse mercado. É o caso, por exemplo, da Capcom, que lançou recentemente o game Resident Evil: Operation Raccoon City e afirma que a franquia de terror é grande demais para o survival horror. Para o produtor Masachika Kawata, a ação é o caminho a ser seguido.

Uma evolução dentro de outra

Títulos com perspectiva em primeira pessoa existem desde os primeiros anos da indústria de jogos, no início da década de 70. Naquela época, a premissa para a utilização desta mecânica era simples: se os games colocavam o jogador na pele de heróis, por que não dar a ele exatamente a mesma visão de, por exemplo, um piloto de avião?
É esse o objetivo de títulos como os arcades Jet Rocket, de 1970, ou Battlezone, lançado em 1980. Havia também conceitos que chamavam a atenção pela inovação, como Killer Shark, no qual o jogador utilizava uma arma física para lançar arpões em tubarões. Nos sistemas caseiros, porém, os jogos de tiro normalmente se resumiam a games em que uma mira simples era controlada pelo joystick.
Foi daí que surgiu uma ideia: e se a arma pudesse estar dentro da tela? Essa foi uma das inovações trazidas por The Super Spy para o Neo Geo, o primeiro game a contar com esse tipo de jogabilidade. Porém, por misturar diversos elementos – desde o beat’em up até um sistema de evolução parecido com o de RPGs – ele não é considerado o pai do FPS.

Nasce um sucesso

Em 1992, pelas mãos da desenvolvedora id Software, é lançado Wolfenstein 3D, título que não apenas dava origem a um novo gênero, como também firmaria bases que estão presentes até hoje na maioria dos games do gênero. No comando de um soldado preso pelos nazistas, a missão do jogador é se armar até os dentes e escapar à bala do castelo que dá nome ao game.
 (Fonte da imagem: Reprodução)
O lançamento chacoalhou as estruturas da indústria e trouxe um sopro de criatividade a um mercado inundado por títulos de plataforma ou esportivos. A jogabilidade ágil e a violência extrema do game agradaram principalmente aos adultos e à crítica especializada. Em 1993, a id Software esteve presente em inúmeras cerimônias de “Game do Ano”.
Os conceitos de Wolfenstein 3D seriam levados ainda mais além em Doom, lançado em 1993. Com gráficos melhores que o seu antecessor, mas baseado no mesmo estilo de jogabilidade, o game colocava o jogador na posição de um soldado que, sozinho, enfrentava hordas de criaturas infernais. Enigmas e uma constante busca de itens se tornaram parte da equação e ampliaram ainda mais o desafio.

A primeira onda

O sucesso absoluto da id Software motivou uma série de outras empresas, pequenas ou não, a investir no gênero. Entre títulos bastante ruins, existiam aqueles que eram verdadeiras pérolas e acrescentaram conceitos interessantes à fórmula.
 (Fonte da imagem: Reprodução)
Um destes títulos foi Star Wars: Dark Forces. Para contar uma história que fazia parte do universo expandido da saga de George Lucas, foram adicionados elementos como a possibilidade de abaixar ou mirar para cima e para baixo. A diversificação na jogabilidade acabou se transformando em padrão para todos os games que viriam a seguir.
 (Fonte da imagem: Divulgação / id Software)
Enquanto isso, a id Software tentava se diferenciar em seu próprio campo. Games como Heretic ou Hexen adicionaram elementos mágicos à fórmula, mas foi Duke Nukem 3D que, mais uma vez, levou o gênero ao topo do mercado. O estilo jocoso, claramente inspirado nos heróis brucutus dos anos 90, o foco no sexo e a jogabilidade fluída e sangrenta transformaram o game da 3D Realms em um clássico instantâneo.

Os FPS chegam aos consoles

Até a metade dos anos 90, os fãs de jogos de tiro em primeira pessoa se viam obrigados a possuir um PC. Eram pouquíssimos os games do gênero que saiam para consoles, e mesmo estes normalmente eram ports muito ruins de games já existentes para computador ou títulos inéditos de baixa qualidade. James Bond, porém, chegaria para mudar esse jogo.
GoldenEye 007, lançado em 1997 e baseado no filme de mesmo nome, provaria que os video games caseiros também poderiam ser um terreno fértil para o gênero. Com uma campanha que seguia com fidelidade a trama do filme e um modo multiplayer local extremamente criativo, o game abriu um precedente interessante nas plataformas caseiras.
Em 1999, Medal of Honor viria para iniciar uma longa linhagem de FPSs baseados na Segunda Guerra Mundial e mostrar definitivamente que o gênero poderia ser muito bom também nos consoles. A jogabilidade era mais simples, claro, mas nem por isso deixava de ser extremamente divertida.

Guerras virtuais e roteiro de cinema

Enquanto os donos de consoles aprendiam o que era, finalmente, ter jogos de tiro em primeira pessoa, os usuários de PC já estavam dando um passo à frente. Com Quake, a id Software decidiu inovar mais uma vez e invadiu o terreno da jogatina online, criando tiroteios infindáveis entre jogadores espalhados ao redor do mundo.
Imagem de Unreal Tournament 3. (Fonte da imagem: Divulgação / Epic Games)
O conceito seria expandido nas sequências e chegaria também a outros games, como Unreal Tournament, um verdadeiro marco na jogabilidade competitiva. Mais tarde, Halo traria a jogabilidade cooperativa à mesa e firmaria para sempre os consoles como um competidor à altura dos computadores.
Aos poucos, porém, os fãs do gênero passaram a sentir falta de tramas elaboradas e games realmente envolventes. Para mostrar que os jogos de tiro não precisam se concentrar apenas nos disparos, a Valve lançou Half-Life, título que contava com uma série de eventos pré-programados para contar a história. Em diversos momentos, o protagonista se encontrava com personagens para desenvolver a trama, sem que a perspectiva em primeira pessoa fosse abandonada.
 (Fonte da imagem: Divulgação / Valve)
É engraçado notar que justamente um game que privilegiava a história acabou dando origem a um dos maiores tiroteios de todos os tempos. Um grupo de fãs fervorosos decidiu transformar Half-Life em Counter Strike, título que colocava grupos de agentes federais e terroristas para trocar disparos em arenas virtuais. Mais tarde, o mod acabou oficializado e deve ganhar uma nova edição ainda em 2012.
Quando parecia que o gênero não tinha mais como expandir, a Electronic Arts lançou Battlefield 1942. Apesar de se focar no já tradicional período da Segunda Guerra Mundial, o título inovou ao adicionar veículos à jogabilidade. Agora, além de acabar com os inimigos a pé, também é possível usar tanques de guerra, aviões ou qualquer outra máquina de combate.

Como um filme

Até a chegada de Call of Duty, os jogos focados no enredo ou no combate seguiam caminhos distintos. O game da Activision, porém, surpreendeu a todos ao abandonar completamente a exploração de cenários e a busca de itens de seus antecessores, transformando o FPS em uma experiência extremamente linear cujo único foco era a ação.
 (Fonte da imagem: Divulgação / Activision)
A trama, porém, não foi deixada de lado, e sim incorporada à jogabilidade. A impressão era de que o jogador estava controlando um filme. Os tiroteios frenéticos do game eram acompanhados de música alta e gritos de companheiros pelo rádio, enquanto ações pré-programadas davam o toque final a uma experiência alucinante.
Da metade da década passada para cá, os temas se tornaram incrivelmente variados. É possível encontrar desde os clássicos FPSs ambientados na Segunda Guerra Mundial até games que se passam no futuro, como a série Deus Ex, ou até mesmo em outros planetas ou realidades. A ficção científica se incorporou de forma legítima ao gênero, tendo Crysis como um dos principais expoentes desta mistura.
Nesse ensejo, a Valve pode ser considerada inovadora mais uma vez. Em 2007, a empresa criou o que pode ser considerado um dos primeiros jogos de tiro em primeira pessoa sem tiros. A jogabilidade de Portal é completamente baseada em quebra-cabeças que desafiam as leis da Física e rendeu o título de game mais inovador da década passada.
Hoje, o mercado de jogos está mais uma vez inundado de jogos de tiro em primeira pessoa, que chegam todas as semanas às lojas. São poucas as experiências realmente inovadoras, mas, de maneira geral, essa indústria vai muito bem, obrigado. A única pergunta que fica é: quanto tempo levará até que o jogador sinta a necessidade de experiências novas em games do gênero?


Fonte: tecmundo

 
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